quarta-feira, 15 de abril de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sobre viver uma vida tranquila

Talvez eu não queira ser uma grande mulher.E Prefira ser apenas eu mesma. Talvez eu não queira uma casa grande, apenas uma pequena casa com um jardim e uma varanda. Talvez eu não queira ser uma constelação, apenas uma estrela. Ser boa o suficiente para fazer aqueles ao meu redor sorrirem. E eu nem quero muita gente ao meu redor. Quando a historia é grande de mais, acaba perdendo a sua veridicidade. Talvez eu queira apenas um alguém pra cuidar, uma mãe para bajular e uma irmã para brincar.
Talvez eu não queira muita agitação. Apenas uma vida tranquila cheia de boas recordações, com filhos, cachorros e canções. Um alguém para cuidar mim, e eu dele, e muitas historias pra contar. Porque no fim é só isso que importa, não é mesmo?! Afinal de que vale o mundo se você não tiver uma historia de amor para contar?

Melissa Lobo

terça-feira, 31 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

Sobre a Páscoa

Vim de uma família humilde composta pela minha mãe, e minha mãe, e eu e minha mãe. Sim ela vale por vários membros. Era a mãe, o pai, e os irmão. E a exatamente 12 anos atrás, num domingo de pascoa, ela me ensinou a essência do amor ao próximo, de se doar e ter fé. Não sou religiosa, pelo contrario nem acredito nisso. Minha crença é no amor, é na dadiva de se doar ao próximo, de fazer quem estar ao seu lado feliz. E foi escondendo ovinhos pela casa, com pegadas e pegadinhas, que eu não só encontrei um ovo de pascoa com um coelhinho de pelúcia, mas entendi o que aquele dia significava. Hoje vejo muitos pais preocupados em dar mil e um ovos pros seus filhos, alguns reclamando dos preços outros das porcarias dos brinquedos. Mas em momento nenhum vi alguém se preocupar em demonstrar ao seu filhos o que o espirito da pascoa representa.  Não adianta comprar nada pra ninguém, se você não demonstrar, não ensinar a pessoa o porque daquele gesto. Não se trata só de uma histórica bíblica, de religião, de ressurreição. Se trata de amor, de carinho, se trata de cativar e de ser responsável pelas pessoas que cativa (Já dizia o pequeno príncipe).

E a minha dica para todos é: Se você tem grana compra vários ovinhos, coelhos de pelúcia, espalhe pela casa, esconde brinque com seus filhos, se você já vem de uma família mais humilde, pega uma barra de chocolate e faz você mesmo com teus filhos, deixem eles brincarem, criarem, faça ovos, bombons, bagunça. Ou pega os ovos (de galinha) e pinte eles. Tem tanta brincadeira legal, que dá pra fazer e se divertir. E tenho certeza que isso vai valer mais do que qualquer surpresa de qualquer ovo de pascoa que se encontra por ai. E um dia assim como eu, quando a Pascoa se aproximar, ele vai se lembrar do quanto ele era feliz nessa época. E se orgulhar do amor que lhe foi dado. 


Melissa Lobo


Mãe obrigado!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Hey mulher! Não faça drama, faça comida!

Melissa Lobo.
Dedicado ao amor da minha vida.

Esquecimento

Sem dramas, sem choro. Parei por um segundo e me questionei, o que é que eu estou fazendo aqui? Logo notei que nada. Parece trágico e talvez seja mesmo, mas se eu sumisse ou morresse agora, não faria falta, ninguém notaria, nem se questionaria, tão pouco choraria.

Melissa Lobo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Sobre escrever

Ser escritor exige ser um pouco infeliz. Você precisa de um pouco de drama, um pouco de dor, muitos sonhos e xícaras de café. Um escritor não sai por ai exibindo sorrisos, e também não sai sem uma caneta. A felicidade tem de ser algo inalcançável, não que seja uma pessoa triste. Veja bem há momentos felizes na vida de um escritor, mas é um estado instável. É uma utopia. Um escritor inventa histórias que gostaria de viver, ou dramatiza historias que já viveu. E não há limite para sonhos e dramas. Os detalhes dão enfase as entrelinhas. E a inspiração vem de repente sem a gente perceber. Comigo é assim, preparo ou compro um café, junto de um copo com muita água fresca, me aconchego em um canto do qual o que escrevo só seja visível por mim, coloco aquela playlist em modo aleatório, e começo então a escrever. As palavras sempre vem de modo aleatórios assim como as músicas, começo a escrever sem nem ao menos saber o que. E então para um pouco, e logo me vem algo na cabeça, uma pessoa, sonho, uma dor, um segredo, ou um amor. E assim as palavras vão fluindo, formando um texto, um poema, uma cronica, ou apenas palavras no papel (ou no bloco de notas).Escrever é assim, é um parto, dolorido, sem anestesias, e nada normal. É saber que um pouquinho de você vai ficar ali vulnerável para quem quiser ver. Mas o risco de se mostrar vale a pena. É como quando transamos sem camisinha, você não sente medo só prazer, na hora, a palavra vai-e-vem freneticamente até o gozo final. Sem barreiras, plásticos, máscaras, sem o tal do dia seguinte.

Melissa Lobo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sobre pizza e amores que demoram para chegar.

O amor da sua vida vai chegar, não atropele as coisas. É como aquela pizza que pedimos por Delivery, demora, mais chega. 

Melissa Lobo.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Ele poderia me fazer perder o medo, a noção do tempo, a fala, ou os cabelos, mas dentre tantas possibilidades, ele sempre acaba me fazendo perder o juízo! 

Melissa Lobo.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O meu loiro, me desculpa essa minha loucura, essas minhas neuras, é que as vezes eu tenho medo, tenho medo da sua mão cansar da minha e ir atrás de outra. Tenho medo da sua boca enjoar do meu gosto e ir provar de outros sabores. Tenho medo porque já doeu demais, sabe?

-Melissa Lobo.